A seleção mundial de 2012

Nosso colunista inglês monta um time com os craques que cintilaram no ano que passou

Dois no time titular, um no banco

Ladies & Gentlemen:

Um rápido Merry New Year e, rapidamente, passemos à seleção mundial de 2012.

Treinador: mesmo na ausência, é ele, o Bom Careca, nosso Pepe Guardiola, por razões óbvias. Lamentei que ele não tivesse sido escolhido para comandar a seleção brasileira, e acho que ele acabará voltando ao Barça.

Goleiro: Cássio, do Almigthy. Ele deu o título de campeão mundial ao Corinthians, e eu testemunhei em Yokohama suas defesas sensacionais com meus olhos incrédulos.

Zaga: Ivanovic, do Chelsea, pela direita, e Marcelo, do Madrid, pela esquerda. Não são supercraques, mas há escassez de genialidade nas duas posições. No centro da defesa, dois craques cabeludos separados no nascimento, Pujol, do Barça, e David Luiz, do Chelsea.

Meio: Mikel, do Chelsea, Iniesta, do Barça, Davi Silva, do meu City.

Ataque: Cristiano Ronaldo, do Madrid, pela direita, Messi, do Barça, pela esquerda, e Balotelli, do meu City, pelo meio.

No banco: Hart, do meu City, Pepe, do Madrid, Paulinho, do Almighty, Van Persie, do United, e Neymar, do Fish.

Torcida: ela claro, a do Corinthians, à qual aderi depois de vê-la exuberante no Japão.

Ladies & Gentlemen: façam suas críticas. Torcedores sempre sentem falta de jogadores de seu time nas seleções.

Mas mostrei a lista a Chrissie, minha mulher azeda e neurastênica, e que graças a Deus não lê português, e até ela reconheceu que é um Dream Team.

Sincerely.

Scott

Tradução: Erika Kazumi Nakamura.

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Aos 53 anos, o jornalista inglês Scott Moore passou toda a sua vida adulta amargurado com o jejum do Manchester City, seu amado time, na Premier League. Para piorar o ressentimento, ele ainda precisou assistir ao rival United conquistando 12 títulos neste período de seca. Revigorado com a vitória dos Blues nesta temporada, depois de 44 anos na fila, Scott voltou a acreditar no futebol e agora traz sua paixão às páginas do Diário.