Pai da mentira é pouco: VÍDEO sobre pedofilia revela que gente como Crivella precisa ser varrida da vida pública

Com seu vocabulário de cadeia e compromisso ético parecido com o de Carminha, de A Avenida Brasil, Marcelo Crivella está prestando um grande serviço ao país nestas eleições.

Ele mostra quão perverso pode ser um líder que usa a religião como meio para alcançar o poder e suas delícias. Revela também como deve acontecer atrás do púlpito de templos da universal.

Crivella é podre, como aquele cidadão de feições lambrosianas que aparece ao seu lado num vídeo postado na internet em que associam o PSOL à pedofilia.

O sujeito de feições lambrosianas, cujo nome não merece registro, homenageou o evangélico fundamentalista Marcelo Betas quando era vereador do Rio. Entregou ao juiz uma medalha, a de maior prestígio na cidade, coisa de irmão.

Tentando usar um pouco da velha lama que levou Bolsonaro ao poder, dizem com naturalidade que o PSOL manifestou apoio crítico a Eduardo Paes no Rio de Janeiro para assumir a pasta de educação.

São dois canalhas falando mentiras com naturalidade. Não ficam com rosto vermelho, não manifestam um sinal de constrangimento.

A mentira para eles é como o ar que respiram.

O eleitor está tendo uma oportunidade de ouro de rejeitar políticos assim, o vale-tudo.

Essa gente é capaz de qualquer coisa para chegar ao poder ou para não perdê-lo.

“Precisamos derrotar os mercadores da fé”, disse o jornalista Eric Nepomuceno em uma live do DCM.

Esta é uma das prioridades de todo democrata.

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