Por que os países ricos rejeitam o Brasil de Bolsonaro

Bolsonaro e Arthur, o irmão lelé de Weintraub: quem aguenta?

Pense 2 segundos antes de responder: se você tivesse uma vida financeira estável convidaria para um almoço de domingo seu vizinho violento, grosseiro e ainda por cima negacionista? Que pregasse contra a vacina e se negasse a usar máscara?

Não, né?

É o que os líderes das principais economias do mundo desenvolvido fizeram: eles vão se reunir nesta sexta, 11, e se negaram a receber nosso mandatário número 1.

Tradicionalmente, segundo conta o jornalista Jamil Chade, o G7 convida aliados para seu encontro anual. Neste, porém, deixou o Brasil de fora, frustrando os planos do governo de se aproximar dos países ricos.

O evento que é sediado pelo governo britânico (compõem o G7 Canadá, Reino Unido, Itália, Japão, França, EUA e Alemanha) estendeu o convite para Índia, Coreia do Sul e Austrália.

Não é a primeira vez que o Brasil é excluído: dois anos atrás, a França já havia negado a participação de Bolsonaro, optando por chamar Chile, Egito, África do Sul, Senegal, Índia e Ruanda.

Não é o caso aqui de enumerar as vezes em que o Brasil participou da roda de conversa do G7, tampouco lembrar que o grupo chegou a alterar a denominação do bloco para G8 por causa das constantes presenças do governo brasileiro nos encontros do bloco.

É um dia para refletir e lamentar: refletir sobre uma conjuntura caótica, que nos tornou um vizinho indesejado, e lamentar o fato do país ser governado por um genocida violento e ignorante.

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