
O ex-jogador Túlio Maravilha afirmou, em vídeo publicado nas redes sociais, que decidiu impedir a filha, Tulliane, de frequentar universidades públicas, apesar de ela ter sido aprovada em cursos da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
No vídeo, Túlio aparece ao lado da esposa, Christiane Maravilha, e da filha. O casal explicou que a decisão, com um discurso notadamente bolsonarista, foi tomada com base em critérios familiares, mesmo diante das aprovações obtidas em instituições públicas.
Christiane afirmou: “Um dos fatos maiores que a gente não permite nossos filhos irem para a federal é a gente manter os nossos valores familiares”. Em seguida, disse que “a universidade particular alinha mais aos nossos pensamentos e aos nossos princípios”.
Túlio também mencionou questões de deslocamento e segurança como fatores considerados. Segundo ele, “a logística não é muito legal, fica a quase uma hora, dependendo do trânsito quase duas horas, tem que passar na Linha Amarela, Linha Vermelha, uma zona de perigo, muitos conflitos”.
O ex-jogador ainda criticou a situação das universidades federais no Rio de Janeiro. “A federal aqui no Rio tá bem precária, teve greve, vários meses parado”, afirmou, citando reportagens veiculadas na imprensa.
A filha do ex-jogador declarou que estudou para conquistar as vagas, mas decidiu abrir mão delas. “Eu passei, mas vou deixar minha vaga para quem realmente precisa, não tem condições de pagar uma faculdade particular”, disse Tulliane.
“Princípios”
Após a divulgação do conteúdo, internautas passaram a resgatar episódios antigos envolvendo a vida pessoal de Túlio Maravilha. Entre eles, declarações públicas do senador Jorge Kajuru, que desde 2013 afirma ser pai biológico de Marcella Costa, uma das filhas do ex-jogador. Kajuru voltou ao tema em 2021, dizendo estar disposto a realizar exame de DNA para comprovar a paternidade, o que, segundo ele, nunca ocorreu.