
As princesas Beatrice e Eugenie, filhas do ex-príncipe Andrew, avaliam recorrer à Justiça caso percam títulos e propriedades associadas à família real britânica. A possibilidade surge diante de especulações sobre mudanças que poderiam ser implementadas pelo príncipe William quando assumir o trono.
As irmãs enfrentam pressão crescente após serem excluídas de eventos como o Royal Ascot e diante do aumento do escrutínio sobre seu papel na monarquia. A situação ocorre após a detenção do pai em fevereiro, seguida de liberação horas depois, enquanto permanece sob investigação por suspeita de má conduta em cargo público.
Segundo relatos, a discussão sobre eventual retirada de títulos está ligada à proposta de reduzir o número de membros ativos da família real. A medida priorizaria integrantes com funções oficiais, em detrimento de membros da família estendida.
Nesse contexto, surgem questionamentos sobre o destino de propriedades da Coroa, avaliadas em bilhões de dólares. Entre elas estão residências associadas às princesas, como o Palácio de St. James, Ivy Cottage e o Palácio de Kensington.

Fontes afirmam que Beatrice e Eugenie consideram a possibilidade de buscar aconselhamento jurídico para avaliar medidas legais. A análise inclui a hipótese de contestar judicialmente qualquer decisão que envolva retirada de títulos ou acesso a propriedades.
Relatos indicam que as princesas entendem que a eventual perda desses direitos teria impacto pessoal, envolvendo aspectos relacionados à história familiar e ao vínculo com a instituição.
As discussões internas incluem diferentes alternativas de resposta, com avaliação de estratégias jurídicas e institucionais. A possibilidade de manifestação pública também é considerada, mas tratada como último recurso.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre eventuais mudanças na estrutura da monarquia. O tema segue baseado em relatos de bastidores e discussões internas envolvendo membros da família real.