Quando os mortos nos mantêm acordados. Por Moisés Mendes

Atualizado em 6 de março de 2026 às 17:40
O ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Divulgação

Depois de perder a eleição, de fracassar na tentativa de golpe e de ter os chefes da organização criminosa julgados e presos, a extrema direita teve morte cerebral anunciada e provada.

Mas hoje dizem que não é bem assim e que as unhas do fascismo estão crescendo de novo. O extremismo respira e mexe os dedos.

O Brasil é uma obra a muitas mãos e sempre inacabada de Murilo Rubião, García Márquez, Manoel Scorza, Isabel Allende, Jorge Luis Borges, Cortázar, Dias Gomes, Jorge Amado, Juan Rulfo, Erico Verissimo, Moacyr Scliar e todos os que usaram a imaginação para manter todos nós e até os mortos acordados.

Até a morte cerebral do fascismo não é o que parece no Brasil.

É FANTÁSTICO

Preparem-se para a entrevista do Sicário que não morreu a Alexandre Garcia no Fantástico.

Entrevistado e entrevistador vão provar que estão vivos.

Moisés Mendes
Moisés Mendes é jornalista em Porto Alegre, autor de “Todos querem ser Mujica” (Editora Diadorim) - https://www.blogdomoisesmendes.com.br/