Queiroz, cuja entrevista no SBT só piorou a situação, já foi processado por falso testemunho. Por Kiko Nogueira

 

Fabrício Queiroz, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro pilhado no Coaf por uma movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão, já foi processado por falso testemunho. Veja abaixo:

Na quarta-feira, dia 26, vinte dias após o caso ter sido revelado, o SBT o entrevistou.

Foi o massacre da serra elétrica em matéria de embromação e levantamento de bola.

Não se sabe onde e quando a conversa foi gravada, mas percebia-se a mão dos patrões de ambos, a jornalista e o interlocutor.

Queiroz alega que suas movimentações devem-se a negócios que sempre costumou fazer, principalmente a revenda de carros.

Conta que foi diagnosticado com um câncer e será submetido em breve a uma cirurgia.

Não sabe o sobrenome do médico ou do hospital.

Faltou duas vezes ao Ministério Público, mas pretende explicar ao Ministério Público suas transações.

É um deboche da Justiça. No momento mais patético, pede para “tirar a imprensa deles” (os Bolsonaros).

“Vem em cima de mim, eu sou o problema, não é eles”, requisita, magnânimo.

Então tá.

A ação por falso testemunho foi arquivada.

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