
A Guarda Revolucionária do Irã emitiu um alerta para a população de países vizinhos e de Israel, recomendando que evitassem se aproximar de áreas sob risco de “perigo iminente”. As localizações indicadas incluem partes da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e uma ponte ferroviária em Tel Aviv, Israel.
Essas zonas foram designadas como “militares fechadas” e ficarão sob alerta a partir das 23h (horário de Teerã). A Guarda iraniana alertou a população a sair rapidamente dessas áreas e a procurar rotas seguras, enfatizando que ignorar o aviso poderia resultar em risco de vida.
O porta-voz Ibrahim Thul-Fiqari afirmou que os centros de Inteligência Artificial em Israel serão alvos de destruição e pediu que a população “saia o mais rápido possível” das áreas. A ameaça do Irã é uma retaliação a ataques a universidades iranianas.
Thul-Fiqari também mencionou a inclusão das instalações petrolíferas da Aramco e de Yanbu, além do oleoduto de Fujairah, na lista de alvos do país. O governo dos EUA, através da sua embaixada na Arábia Saudita, afirmou que acompanha a situação de perto e aconselhou os cidadãos americanos a reconsiderarem viagens à região.

A Guarda Revolucionária do Irã disse que um ataque relâmpago do país “remodelaria o planeta”. O porta-voz da Guarda, Ibrahim Thul-Fiqari, lançou uma série de ameaças ao governo dos EUA, dizendo que os abrigos fortificados de Washington seriam inúteis diante da “ira devastadora” do Irã. Ele afirmou que qualquer ação americana na região faria com que “os EUA ardessem no inferno”.
A Guarda Revolucionária também deixou claro que o Irã passou da fase de diálogo e está agora preparado para “erradicação e aniquilação total”. A situação se intensificou com o anúncio de ataques retaliatórios que deixariam a região no escuro.
Autoridades iranianas prometeram continuar lutando, desafiando os prazos estabelecidos pelos Estados Unidos, afirmando que têm capacidade para sustentar a guerra por mais seis meses, caso necessário.
Donald Trump, presidente dos EUA, também tem intensificado as ameaças, dizendo que um “momento revolucionário” pode ocorrer com o fim do prazo para a reabertura do Estreito de Ormuz. O republicano também afirmou que, caso o Irã não ceda, uma “mudança de regime completa” será imposta, provocando uma “morte de uma civilização inteira”.