
Parem de duvidar da definição de Tarcísio de Freitas como um extremista moderado. Vejam esta chamada de capa do Estadão:
Tarcísio deve nomear Ricardo Salles como secretário de Justiça e Cidadania em SP.

Um extremista radical nunca escolheria Salles, outro moderado, para um cargo encarregado de cuidar de justiça e cidadania. Tarcísio é um moderado escolhendo outro moderado.
Salles é réu, desde setembro de 2025, de processo aberto no Supremo por participação em organização criminosa por envolvimento (quando ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro) nos crimes de corrupção passiva, advocacia administrativa e facilitação de contrabando de produtos florestais.

Salles é acusado de facilitar a exportação ilegal de madeira para os Estados Unidos. Contrabando mesmo. Agora, vai cuidar de questões da justiça e da cidadania. Não deixa de ser um moderado sendo indicado por outro moderado.
Sua indicação para a Secretaria da Justiça envergonha até as árvores da Amazônia. Salles é o homem que aproveitava a pandemia para abrir as porteiras e deixar passar as boiadas dos garimpeiros, grileiros e desmatadores, ou seja, toda a bandidagem destruidora da floresta. Mas é um moderado.