‘Se gritar pega Centrão, não fica um, meu irmão’, canta Heleno em VÍDEO antes de Bolsonaro sentar no colo do fisiologismo

Mais de dois anos depois de se apresentar como candidato da nova política e contrário ao toma-lá-dá-cá, Bolsonaro abraçou de vez o fisiologismo.

Para garantir governabilidade e se blindar do impeachment, o presidente escancaradamente abandonou sua promessa de campanha e sua hostilidade ao Centrão.

Em 2018, o próprio Heleno, chefe do GSI, chegou a brincar que “se gritar pega Centrão, não fica um, meu irmão”.

Agora, Bolsonaro nem tenta esconder seu alinhamento ao bloco.

Nesta semana, ele distribuiu R$ 3 bilhões em obras para parlamentares, contando com o apoio deles na eleição de seu candidato, Arthur Lira, membro do Centrão.

Ele ainda negocia ministérios, como a Saúde e a Cidadania, demandas do bloco para apoiar Lira.

A memória dos membros desse governo é bem curta.