VÍDEO: motorista do conversível do Leblon tentou ser vereador pelo Novo por ser mais “abrangivo” (sic)

Wilton Vacari Filho, motorista do barraco do Leblon que tentou ser candidato pelo Partido Novo. Foto: Reprodução/YouTube

Wilton Vacari Filho, de 31 anos, motorista do carro envolvido no barraco do Leblon, que aconteceu no Rio neste fim de semana, tentou se candidatar vereador em 2020.

Ele, que é engenheiro de produção, publicou em 12 de março um vídeo em que anuncia a decisão de concorrer à Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro neste ano.

Afirma ter se apaixonado pelo Partido Novo, ter ideias liberais e o “sonho de ajudar as pessoas”.

“Eu resolvi vir a vereador para realizar o sonho de ajudar as pessoas. Ajudo com cestas básicas, mas nada vai ser tão abrangivo (sic) como um cargo de vereador e, por isso, quero ser vereador.  Assim que comecei a pesquisar os partidos e conheci o Novo, simplesmente parei de ver os outros partidos. Fiquei apaixonado. Os princípios e valores que o partido traz, as ideias liberais são muito próximas às minhas, tudo, de você não utilizar o dinheiro público para a campanha, você fazer um processo seletivo para ver os melhores candidatos que estão aptos a participar. Tudo isso é apaixonante. E, além de eu vir pelo Novo, quero difundir essas ideais. Quando o partido ficar realmente conhecido, ele vai crescer numa PG absurda e vai com certeza dar muitos frutos ainda. Vou angariar os votos pelas redes sociais primeiramente. Acredito que é uma unanimidade entre os candidatos, não tem muito como fugir, mas tem que saber utilizá-las. A segunda vai ser ir para as ruas. Gosto muito de conversar com as pessoas. O candidato tem que sair de trás da telinha para ouvir e ser ouvido. Dentre as minhas ideias, a primeira é a saúde. É inadmissível chegar ao posto de saúde e não ter uma gaze para fazer um curativo. O recurso é escasso, mas não é falta de recurso, mas de gestão. O segundo é a educação. De todos os problemas que temos, a disparidade ente os ensinos do colégio particular e do municipal é absurdo. Não tem como um menino que quiser participar de uma faculdade lá na frente ganhar esse do colégio particular. Vamos trabalhar para amenizar essa diferença”, falou.

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