VÍDEO: Pai de Henry Borel suspeita que filho foi agredido e diz que a morte “não pode ter sido acidental”

Cabrini entrevista Leniel Borel sobre a morte do filho Henry. Foto: Reprodução/Record

No “Domingo Espetacular”, Roberto Cabrini entrevistou a mãe, o padrasto e o pai de Henry Borel, menino de quatro anos que morreu no último dia 8 de março em um imóvel de luxo no Rio de Janeiro.

Monique Medeiros, a mãe da criança, foi a primeira entrevistada. Ela nega que tenha assassinado o filho e também rejeita a hipótese de omissão para salvá-lo.

Questionada como um acidente doméstico causaria tantos ferimentos, ela se limitou a afirmar:

“As mães sabem que é impossível matar um filho. Isso não existe”.

Monique também disse que nunca castigou Henry com agressões.

O padrasto da criança, o médico e vereador Jairo Souza (conhecido como Dr. Jairinho), diz que “a medicina não é uma ciência exata” e nega que as lesões da criança tenham sido causadas por meio de violência física.

O pai do menino discorda.

Leniel Borel de Almeida Júnior diz que “aquilo não pode ter sido uma morte acidental”.

Ele suspeita que Henry “possa ter sido agredido”.

Peritos entrevistados por Cabrini também afirmam que as lesões no corpo da criança não poderiam ser causadas por uma queda da cama, como alegam a mãe e o padrasto.

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