
A morte de Quentin Deranque, 23, após espancamento em Lyon, mobilizou protestos e declarações de autoridades francesas neste domingo (15). O ultradireitista havia sido hospitalizado na quinta-feira (12), após ser agredido durante um ato na cidade.
O gabinete do promotor de Lyon informou no sábado (14) que Deranque morreu em decorrência dos ferimentos. Investigadores trabalham na identificação dos autores do ataque.
O ministro da Justiça, Gérald Darmanin, afirmou que “foi claramente a ultraesquerda que o matou”. O ministro também declarou que discursos políticos “levam a uma violência desenfreada nas redes sociais e depois no mundo físico”.
🚨| ÚLTIMA HORA: Miles de patriotas enojados se apoderan de París exigiendo JUSTICIA para el joven conservador Quentin, de 23 años, estudiante de matemáticas brutalmente golpeado, en un evento de derecha por ANTIFA de izquierda radical, y quien murió ayer 14 de febrero. 🇫🇷 pic.twitter.com/vGyzBNvLiV
— Eduardo Menoni (@eduardomenoni) February 15, 2026
Jean-Luc Mélenchon, líder da França Insubmissa (LFI), declarou estar “chocado” com o assassinato. Ele expressou “empatia e compaixão à família” e afirmou que as acusações feitas contra seu movimento não têm “qualquer conexão com a realidade”.
Um vídeo mostra um grupo agredindo pessoas caídas no chão. Testemunhas relataram cenas de violência. “Ouvi gritos e pessoas se batendo com barras de ferro”, disse Adem à AFP.
Vidéo du meurtre de Quentin par la milice de Mélenchon. (TF1) pic.twitter.com/qmgxItHr5T
— Damien Rieu (@DamienRieu) February 14, 2026
A líder da ultradireita Marine Le Pen afirmou que os responsáveis pelo “linchamento” devem ser levados à justiça. O presidente Emmanuel Macron pediu calma e moderação diante da escalada de tensão.