
O vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance, afirmou que está “obcecado” por OVNIs e declarou acreditar que esses fenômenos não têm relação com alienígenas, mas sim com “demônios”. A fala foi feita na sexta-feira (27), durante entrevista ao podcast “Benny Show”.
Ao comentar o tema, Vance disse que pretende aprofundar o assunto ao longo do mandato. “Não tenho conseguido dedicar tempo suficiente a isso, mas vou conseguir. Acredite em mim, estou obcecado com isso”, afirmou ao ser questionado sobre o acesso a arquivos envolvendo objetos voadores não identificados.
O vice-presidente apresentou uma interpretação diferente da associação comum entre OVNIs e vida extraterrestre. “Não acho que sejam alienígenas, acho que são demônios. Mas isso é uma discussão mais longa”, disse, ao mencionar uma leitura baseada em referências religiosas.
JD Vance Tells Me That UFOs are DEMONS:
“I Think They’re DEMONS” 🛸
“I don’t think they’re aliens. There are weird things out there that are very difficult to explain.”
The Vice President tells me he’s going to AREA 51 with his Top Secret Security Clearance to FIND OUT.
“I… pic.twitter.com/mDtrafkxB9
— Benny Johnson (@bennyjohnson) March 27, 2026
Durante a entrevista, Vance afirmou que diferentes religiões tratam da existência de fenômenos considerados inexplicáveis. “Acho que existe o desejo de descrever tudo como celestial, tudo como de outro mundo, de descrever tudo como alienígenas”, declarou. Em seguida, acrescentou: “Todas as grandes religiões do mundo compreendem que existem coisas estranhas por aí, muito difíceis de explicar”.
O vice-presidente também citou a Área 51 como um dos pontos de interesse para investigação. Segundo ele, pretende utilizar os próximos anos de mandato para acessar arquivos relacionados a OVNIs e analisar informações sobre o tema.
As declarações ocorrem durante o segundo mandato do presidente Donald Trump, período em que o tema de alienígenas tem sido abordado com frequência no debate público. Vance também comentou o assunto em um contexto marcado por tensões internacionais e questões internas nos Estados Unidos, como a paralisação parcial do governo e impactos operacionais em serviços públicos.