Bolsonaro, o pária, enfim começa a ser percebido também pelos brasileiros. Por José Cássio

Bolsonaro e Donald Trump

Aquilo que qualquer pessoa de bom senso enxerga veio à tona com a pesquisa do IPEC (Inteligência, Pesquisa e Consultoria) divulgada nesta quinta, 4: Bolsonaro está mais por baixo que o cocô do cavalo do bandido.

Os números mostram a aprovação do mandatário pela primeira vez abaixo dos 30%. Nada menos que 39% avaliam sua gestão como ruim ou péssima.

Nesta semana, após visita ao estado do Acre, onde voltou a pregar contra medidas preventivas à pandemia, o DCM divulgou que, preocupado com sua forte rejeição nas regiões metropolitanas, ele optou por adotar a estratégia de Tump de apostar nas cidades de pequeno porte, com visitas chamadas de ‘surpresa’, mas que na verdade não passam de atos minuciosamente organizados por seu staff político.

Ele já havia montado um teatro quando pulou de uma lancha para nadar com populares em Praia Grande, num ato que depois ficamos sabendo se tratar de copia escarrada do modelo adotado pelo ditador fascista Benito Mussolini.

Ao contrário do presidente, os números do IPEC não mentem: o capitão, que já tinha virado pária mundial, começa agora a ser rechaçado também pelo povo brasileiro.

Mussolini, que acabou vandalizado pelos italianos em praça pública, e Trump, que saiu pela porta dos fundos da Casa Branca, que o digam.

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