“O ministro lamentou profundamente o foco da repercussão nas redes sociais sobre o assunto levantado no debate: fome em contexto de pandemia e formas de evitar o desperdício com atendimento às leis de vigilância sanitária”, diz a nota.
No texto, há frases de Guedes: “Eu me referi à ‘sobra limpa’ que significa, justamente, não os restos no prato, mas panelas de alimentos preparados e não consumidas de arroz, feijão, frango, por exemplo, que em condições de higiene, temperatura e condicionamento, possam manter a qualidade do alimento. Por que não utilizarmos disso para pessoas que precisam e queiram. Por que não pensarmos em polos que mantenham a qualidade da comida para consumo imediato?”.
Confira abaixo:
A Assessoria de Comunicação do Ministério da Economia esclarece que o ministro Paulo Guedes defendeu ontem, no evento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a destinação do excedente de comida dos restaurantes às pessoas mais fragilizadas da economia.
O ministro lamentou profundamente o foco da repercussão nas redes sociais sobre o assunto levantado no debate: fome em contexto de pandemia e formas de evitar o desperdício com atendimento às leis de vigilância sanitária.
Guedes: “Muito desconhecimento quanto a um conceito básico de segurança alimentar. Apenas em um contexto de total polarização política, expressar ideias de combate ao desperdício e auxílio aos mais necessitados seja motivo de ironia na imprensa e entre políticos os quais deveriam discutir de forma propositiva saídas para este momento triste da história mundial. Num momento em que o mundo passa por obstáculo sanitário, seria a hora das pessoas se unirem para encontrar soluções sustentáveis, produtivas e humanas”, disse o ministro.
“Eu me referi à ‘sobra limpa’ que significa, justamente, não os restos no prato, mas panelas de alimentos preparados e não consumidas de arroz, feijão, frango, por exemplo, que em condições de higiene, temperatura e condicionamento, possam manter a qualidade do alimento”.
“Por que não utilizarmos disso para pessoas que precisam e queiram. Por que não pensarmos em polos que mantenham a qualidade da comida para consumo imediato?”, reflete o ministro.
Guedes: “Muito do que foi veiculado a respeito revelou desconhecimento técnico sobre conceitos de segurança alimentar e usado de forma pejorativa por alguns perfis com coberturas superficiais que deveriam ser feitas pelo bem da população necessitada em situação de fragilidade”.