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VÍDEO – “Sou futebolista e sou homossexual”: jogador faz história ao se assumir gay

Joshua Cavallo
Joshua Cavallo.
Foto: Reprodução/Instagram

Em vídeo publicado nas redes, o meia Joshua Cavallo, do Adelaide United, da Austrália, revelou que é homossexual.

“Olá a todos. Eu sou Josh Cavallo, estou em minha casa, em Adelaide, e há algo pessoal que quero partilhar com todos: Sou futebolista e sou homossexual”, afirma ele no início do vídeo.

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“Foi uma jornada até chegar a este momento da minha vida, mas não poderia estar mais feliz com a minha decisão de me assumir. Eu estive lutando com minha sexualidade por mais de seis anos e estou feliz por não precisar mais fazer isso”, diz o atleta de 21 anos.

“Tive de aprender a mascarar meus sentimentos para me encaixar no molde de um jogador de futebol profissional. Crescer sendo gay e jogando futebol eram apenas dois mundos que não se cruzavam.”

Cavallo faz história ao tornar-se o primeiro futebolista profissional a assumir que é homossexual, de acordo com o jornal português Visão.

Veja abaixo o depoimento:

 

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Deputado Professor Israel se declara homossexual

Israel Batista tornou-se deputado federal pelo PV do Distrito Federal. Ele teve criação evangélica e traz a bandeira da educação. Ao Correio Braziliense, Professor Israel declara pela primeira vez, publicamente, que é gay. Faz isso depois do governador Eduardo Leite e o senador Fabiano Contarato, que são abertamente LGBTQIA+.

“Há um momento político no Brasil em que a neutralidade pode parecer conivência. Não estamos nesse momento. Esse é um momento de combate, de dizer que nós não aceitamos que este país seja dominado pela barbárie”, revela.

Para ele, a orientação sexual não deveria ser uma questão, mas é. Portanto, falar é estar numa posição de alerta. “A gente não deveria ter que falar sobre isso, mas viver isso. Mas esse momento exige fala, posicionamento, postura. Exige que a gente tenha coragem de enfrentar esse estado de coisa que está se formando no Brasil”, diz.

Professor Israel está convencido de que hoje, “se fosse possível retirar direitos que foram conquistados nos últimos anos, o governo brasileiro o faria”. E que a estratégia melhor para lidar com isso é a educação, que sempre foi sua “trincheira”, e a articulação dos diversos grupos que defendem os direitos humanos.

“Não preciso ser mulher para defender os direitos das mulheres. Não preciso ser preto para defender uma pauta antirracista. Não preciso sofrer perseguição para exigir tolerância, respeito. E não precisaria nem ser gay para defender os direitos humanos, a comunidade LGBTQIA+, no país que mais mata gays na América.”

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