Chamado de ‘comandante de roubalheira’, Barros paga de vaselina para escapar de Renan Calheiros

Renan Calheiros na CPI da Covid
Renan Calheiros | Pedro França/Agência Senado

Chamado de ‘comandante de roubalheira’ por Renan Calheiros, Ricardo Barros rebateu o relator da CPI da Covid.

“Minha conduta é ilibada”, disse o líder do governo Bolsonaro atolado até o pescoço em denúncias de corrupção.

Barros é elo de ligação na corrupção da Covaxin e apontado pelo Coaf por incompatibilidade entre transferências bancárias e seu patrimônio.

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Foi aquele ministro da Saúde de Temer que era empresário e batalhava para vender o SUS.

Sua mulher Cida Borghetti (PP) tem cargo de R$ 27 mil no conselho de administração de Itaipu, nomeada pelo presidente Jair Bolsonaro.

“Entendo o desespero de não terem concretude nas suas acusações. Só querem atacar o governo do qual sou líder. Enganar o STF não resolve a falta de consistência da CPI. Só causam danos ao Brasil”, disse Barros em entrevista nesta terça, 31.

Vaselina na veia

Antes Barros já tinha tentado distrair a atenção para seu problema com o Coaf inventando um trololó do senador com Carmen Lúcia, alegando que o relator da CPI enganou a ministra do STF.

É o mais perfeito vaselina para usar um jargão político das antigas.