Advogada pede proteção após falar na CPI enquanto a imprensa dorme. Por Moisés Mendes

Veja a advogada Bruna Morato
A advogada Bruna Morato. Foto: Reprodução/Facebook

O jornalista Moisés Mendes escreve novamente sobre advogada Bruna Morato. Ela falou hoje na CPI da Covid representando os médicos revoltados com a Prevent Senior e seu “tratamento precoce”.

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Advogada pede proteção

A advogada Bruna Morato pediu nesse momento proteção especial à CPI da Covid.

A advogada afirmou: “Tenho preocupação com o que vai ocorrer com a minha vida a partir de hoje”.

O senador Randolfe Rodrigues, no exercício da presidência da CPI, determinou que a proteção seja solicitada com urgência à Polícia Federal.

Bruna Morato mostrou hoje na CPI como o bolsonarismo criou campos de extermínio de idosos com o uso indiscriminado e criminoso de cloroquina pela clínica Prevent Senior.

A advogada nos mostrou em detalhes a face nazista do bolsonarismo.

Bruna Morato é hoje a imagem da coragem contra o fascismo miliciano que governa o país.

O Brasil precisa ser contagiado pela bravura de Bruna Morato. Mas uma coragem efetiva, substantiva, e não apenas retórica.

O alarmante é que, depois da série de denúncias e de admitir que está com medo, a advogada tem seus temores ignorados pela imprensa.

Meia hora depois do pedido de segurança, porque teme por sua vida, os grandes jornais não têm uma nota, uma só, sobre o pedido de socorro de Bruna Morato.

A grande imprensa dorme, enquanto uma advogada valente enfrenta os fascistas que ganham dinheiro com a pandemia e a morte.