Mulher presa por culpa de Bolsonaro diz que não o chamou de noivinha de Aristides

Bolsonaro xingado
Mulher foi presa após xingar Bolsonaro

A defesa da mulher que foi presa por ordem de Bolsonaro no último sábado (27) disse que ela utilizou o termo “filho da puta”. Isto porque estava em um momento de “grave estresse em decorrência do engarrafamento”.

A vítima do presidente da República é funcionária da área da saúde. Por conta disso, seu desabafo ocorreu por “tudo que enfrentou em sua vida profissional”.

Em comunicado, os advogados falaram que a mulher nunca usou a expressão “noivinha do Aristides”. O apelido viralizou nas redes sociais e se tornou uma grande zombaria contra Bolsonaro. Há rumores que esse era o apelido do governante em seus anos no Exército.

A vítima do presidente estava viajando com a família para a cidade de Aparecida, quando viu Bolsonaro na via Dutra. O chefe do executivo foi responsável pelo engarrafamento do horário. Por isso resolveu desabafar.

“Sua expressão de indignação ocorreu de forma espontânea, como ocorre diariamente no país que se encontra severamente polarizado. No momento ela está muito apreensiva e temerosa devido a repercussão do caso, sobretudo porque lhe foram atribuídas palavras que ela nunca mencionou”, falou em nota.

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Bolsonaro e o apelido

Circulou nas redes que Bolsonaro foi chamado de “noivinha do Aristides”. De acordo com jornalistas e internautas, Aristides foi instrutor de judô na Academia Militar das Agulhas Negras, quando o presidente era cadete.

“Aristides era o sargento em cuja cama, segundo Jarbas Passarinho, Bolsonaro ia chorar as mágoas, nas noites quentes de verão dos aquartelados”, explicou o ativista Toni Bulhões.

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