Superlive de domingo: Deputados cobram prisão de Dallagnol após reportagem do DCM. Passou da hora

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Superlive de domingo: Deputados cobram prisão de Dallagnol após reportagem do DCM. Passou da hora. Foto: Reprodução/DCMTV/YouTube

Deltan Dallagnol é assunto. AO VIVO. Fabrício Rinaldi analisa as principais notícias e conversa com o ex-presidente do Partidos dos Trabalhadores, José Genoíno e com o militante Fabiano Leitão, o TromPetista. No segundo bloco Fabrício conversa com os juristas Fabiano Silva dos Santos e Marco Aurélio de Carvalho, do grupo Prerrogativas. Moderação: Sara Goes. No Esticadão Pedro Zambarda entrevista ex-Ministro da Justiça, Eugênio Aragão.

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DCM mostra que Dallagnol participou de manipulação de delação

Diz o repórter Vinícius Segalla:

Os procuradores da extinta força-tarefa Operação Lava Jato, do Ministério Público Federal no Paraná (MPF-PR), propuseram cláusulas extras, criaram uma nova versão e negociaram os termos da delação premiada do ex-executivo da Petrobras Pedro Barusco, no início do ano de 2015.

O objetivo era incluir o Partido dos Trabalhadores entre as figuras delatadas, com a intenção manifesta de atingir fins políticos e “derrubar a República”.

É o que mostram diálogos travados por mensagens de celular entre os procuradores Deltan Dallagnoll e Athayde Ribeiro Costa – respectivamente chefe e membro da extinta força-tarefa – analisados pela Polícia Federal no âmbito da chamada Operação Spoofing e aos quais o DCM teve acesso.

No dia 19 de novembro de 2014, foi assinado por ele e pelos procuradores da Lava Jato o seu acordo de delação premiada, documento público cujo trecho final é reproduzido abaixo.

O documento, no entanto, não caiu no gosto de Deltan Dallagnol e Athayde Ribeiro Costa.

Diálogo entre os dois procuradores ocorrido no dia 3 de janeiro de 2015 – e periciado pela Polícia Federal – evidencia que os operadores da Lava Jato estavam trabalhando no aditamento da delação de Barusco.

Os procuradores estavam construindo, de próprio punho, uma nova delação para Pedro. Conforme debatiam, eles analisavam os elementos disponíveis para incluir o Partido Progressista (PP) entre os entes que seriam beneficiados pelo esquema de corrupção que estariam instalado na Petrobras.

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